Sim, sou do tipo que põe mesmo a mão na massa, seja na hora de decorar uma festa, organizar e ajudar em uma doação, construir materiais lúdicos pro meu filho ou a vida que desejo ter dia a dia.

Eu sou Lívia Almeida

Sou o resultado de muitas decisões e mudanças na minha vida. Em outras palavras, de muitas transições.

Foquei minha trajetória na área de Treinamento e Desenvolvimento por amante que sou da evolução e transformação humana, e também da oportunidade que essa área me dava de colocar em prática minha criatividade por meio da construção de materiais e da interação direta com as pessoas.

Comecei minha jornada como Psicóloga, atuando por quase dez anos na área de Recursos Humanos. Me especializei em Gerenciamento Estratégico de Pessoas e desenvolvi treinamentos de liderança e capacitação com foco em Desenvolvimento Comportamental e de Habilidades.

No início da minha vida profissional entendi que as longas horas de trabalho e dedicação exclusiva era o único caminho que tinha que seguir pra chegar ao sucesso.

 

Mas toda vez me via presa na extensa carga horária de trabalho, tendo que provar meu valor pra conseguir um dia de folga, mal mal podendo adoecer sem me sentir culpada, e pior ainda, começando a realmente ficar doente com muita frequência pelo estresse e rotina de trabalho. Não demorou pra entender que alguma coisa não estava batendo com a visão que eu tinha de realização pessoalliberdade

Doei e dediquei muito do meu tempo, da minha saúde, da minha vida  para uma realidade que não me conectava com um propósito maior. Me via infeliz em vários momentos por não entender qual era meu lugar nesse mundo.

Em 2012 me mudei pro Canadá e iniciei uma das mais significativas transições que já vivenciei. A segunda foi me tornar mãe, e a terceira mudar de carreira.

A maternidade não veio rápida e fácil pra mim. Posso dizer que foi um processo de muito amadurecimento e resiliência. Foram anos de espera e tratamento para alcançar meu desejo de me tornar mãe.

Descobri em mim características que talvez outra experiência em minha vida não trouxesse. Mais desafios vieram após o nascimento do meu filho. Com muita dedicação, persistência e amor (entre lágrimas e consecutivos dias sem dormir), batalhei para descobrir sozinha que ele era intolerante alimentar. Meu desejo por amamentá-lo foi muito mais forte que qualquer orientação médica de apenas colocá-lo em uma fórmula, e sozinha descobri as sete categorias alimentares que ele é sensível. Parei de comer tudo que causava reação a ele (literalmente tudo) e a saúde dele se transformou diante dos meus olhos. Uma criança perfeita, saudável e que foi amamentada livremente até um ano de idade, quando ele sozinho escolheu desmamar.

Após os primeiros nove meses do nascimento do meu filho, nove meses de dedicação exclusiva (aqui no Canadá a licença maternidade pode chegar a 18 meses), me vi na metade do caminho. Senti que era hora de usar o restante do tempo que eu tinha até voltar ao trabalho para dedicar também a mim. Era minha chance de usar esse momento a meu favor.

É como sempre digo: nós atraímos a energia que emanamos. Ou seja, aquilo que mentalizamos e desejamos o Universo trata de colocar no nosso caminho de fato. E pra mim ele colocou um livro - Girl, Stop Apologizing por Rachel Hollis. Esse livro parecia ter sido escrito pra mim. Era como se a autora estivesse na minha frente conversando comigo. Cada página fazia minha mente pular aqui dentro da caixola.

Pouco a pouco fui me vendo diante do inevitável: decidir se eu QUERIA efetivamente por a mão na massa e construir a vida que eu desejava.

Dessa vez meu SIM foi mais forte. Escolhi passar por um processo de transformação de dentro pra fora. Era preciso romper paradigmas, redefinir crenças e conectar com meus valores pessoais. Foi então que o Coaching entrou na minha vida. 

Eu havia prometido pra mim mesma que aquela jornada era meu investimento em mim, sem nenhuma pré-condição de ter que tornar aquilo uma profissão. Primeiro seria uma busca por auto-conhecimento. E embarquei de cabeça!

Meu marido já havia plantado a sementinha do Coaching alguns meses antes de eu dar atenção a isso, mas eu a repulsei de todas as formas. Na minha mente associava Coaching a Terapia - longas horas sentada sem liberdade, sem dinamismo. E se não bastasse, até no meu mapa astral profissional mostrou o Coaching como uma das minhas forças (Sim! Eu acredito em tudo que o Universo tem pra nos dizer. As outras áreas eram Psicologia e Organização de Eventos - dá pra crer?! Costumo brincar que está literalmente escrito nas estrelas).

Comecei então a pesquisar a respeito do que era esse tal Coaching, que muitas vezes já havia ouvido falar, mas que na verdade quase nada sabia a respeito (Soa familiar?). E fiz uma promessa a mim e ao meu marido - que aquela jornada era um investimento em mim, sem nenhuma pré-condição de ter que tornar aquilo uma profissão, mas que tomaria essa decisão baseada em informação.

Pesquisei tudo que eu poderia encontrar sobre Coaching, Empreendedorismo, Como Construir um Negócio próprio do zero; ler livros de auto-ajuda para transformação pessoal; ouvir pod-casts de mulheres empreendedoras discutindo sobre estratégias de marketing online, posicionamento em redes sociais, storytelling, business, enfim... tudo isso nos intervalos de sono do meu filho (que no momento tinha apenas 9 meses de vida e fazia não mais que 1 hora de soneca por dia), nos passeios de carrinho pelo bairro, lavando louça, fazendo almoço ou jantar, lavando roupa (quantos podcasts renderam nesse momento), indo dormir mais tarde, finais de semana que o marido podia cuidar do bebê.. Enfim, eu me virei como pude sem deixar de estar presente para o meu bebê, pois isso é muito importante pra mim. Não quero apenas ser uma presença física ao lado dele e não estar efetivamente presente e conectada nas nossas interações. Quem me conhece sabe a importância que isso tem pra mim (e o tempo que as vezes demoro pra responder umas mensagens hehehe.. por não ficar com celular perto do meu filho).

Cada texto que lia, cada entrevista que ouvia falando do potencial que temos de crescimento e transformação das nossas vidas, o tanto de informação disponível que hoje temos para nos ajudar a verdadeiramente fazer diferente, o mundo de possibilidades que existe e que TODOS nós temos nosso lugar nesse mundo, não importa o caminho que decidirmos seguir, pouco a pouco eu via o quanto tudo aquilo movia uma energia diferente dentro de mim.

Não demorou pra eu entender tudo que estava acontecendo.

O desejo de tornar tudo aquilo realidade era imensurável! Eu queria transformar a minha vida. Mas meus medos e anseios não me deixavam dar o próximo passo. Decidi que era hora de viver uma transformação profunda. Ela tinha que começar de dentro pra fora. O primeiro passo era o Coaching. 

Nada do que eu queria pra mim iria acontecer se eu não mudasse os modelos mentais e crenças que eu tinha sobre sucesso, sobre empreendedorismo, sobre construir eu mesma uma carreira e uma vida de sentido e propósito.

E assim foi! Embarquei no Coaching! Ahh… mas mal sabia eu o que me aguardava. A transformação foi tamanha que não consegui guardar tudo isso só pra mim. A potência, o impacto e a mudança real que o Coaching me propôs não poderia ficar reservada. Eu estaria fazendo um desserviço ao mundo se eu não compartilhasse esses aprendizados e auxiliasse VOCÊ, que como eu está em busca de significado e propósito na sua vida e vivê-la no seu potencial máximo de excelência.

“Um passo de cada vez. Diga ao Google”

Hora de colocar a mão na massa e fazer acontecer!! Hora de dar o primeiro passo rumo a sua transformação e transição!

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